Bandolinistas dão depoimento à Revista do Choro N. 2 sobre a influência de Jacob do Bandolim em suas carreiras e para o bandolim brasileiro

Saiu, na última quinta-feira, 21 de agosto, e já está à venda pelos sites http://www.revistadochoro.com e http://www.publiquepelaeditora a edição N. 2 da Revista do Choro.

A edição traz 13 matérias produzidas pelo Jornalismo da ImprensaBR Assessoria de Comunicação especialmente para a revista. O conteúdo está disponível para assinantes da Revista do Choro Online (site) e ainda nas versões digital (PDF e ePub) e impressa, à venda on demand pelo site. 

Destaque para a matéria de capa desta edição, que tem como tema central os 45 anos sem Jacob do Bandolim. O texto e a pesquisa são do músico, pesquisador e editor da Revista do Choro, Rúben Pereira. Rúben entrevistou o grande amigo do mestre Jacob do Bandolim, o bandolinista Déo Rian, e conversou com diversos bandolinistas brasileiros, colhendo deles depoimentos sobre o que Jacob significa para suas práticas musicais, em suas vidas…

O sucesso de Jacob nas rádios onde tocou no Rio de Janeiro, é mostrado na matéria através de recortes de jornais da época. Rúben apresenta no texto, ainda, um recorte biográfico de Jacob do Bandolim, um painel do legado de Jacob nestes 45 anos sem ele, além de sua obra e discografia completas.

Artista israelense cedeu arte inspirada em Jacob para ilustrar a matéria e ser capa da versão impressa 

A produção da matéria consegui os direitos de publicação da ilustração que o artista israelense Alireza Pakdel, reconhecido por prêmios no mundo todo -, fez inspirado em Jacob do Bandolim. A imagem compõe a ilustração da capa da versão impressa da Revista do Choro N.2.

Ilustração de Alireza Pakdel inspirada em fotografia de Jacob do Bandolim. O artista israelense cedeu a arte gentilmente à Revista do Choro, para ilustrar esta matéria.
Ilustração de Alireza Pakdel inspirada em fotografia de Jacob do Bandolim. O artista israelense cedeu a arte gentilmente à Revista do Choro, para ilustrar esta matéria.

Promoção para estimular a assinatura da Revista Online

Para estimular a adesão de novos assinantes, o MKT da Revista do Choro está promovendo a promoção ‘Adquira a versão digital e ganhe 1 mês de assinatura grátis do site’. Adquirindo a versão digital (PDF ou ePub) da edição N.1 da Revista do Choro (lançada dia 21 de julho deste ano), o leitor ganha 1 (um) mês grátis de assinatura do site da revista (www.revistadochoro.com) e tem acesso a todo o conteúdo exclusivo publicado na edição N. 1 e ao que foi lançado na última quinta-feira, 21 de agosto, na edição N. 2 da Revista do Choro. Um excelente negócio!

Para adquirir a edição digital da Revista do Choro, o interessado deve se cadastrar no site da revista através do link http://revistadochoro.com/baixe-a-versao-digital-da-revista-do-choro/.

Bandolinistas brasileiros falam à Revista do Choro sobre a influência que têm de Jacob do Bandolim

Abaixo, os bandolinistas que deram depoimento à Revista do Choro. 

Joel Nascimento – Bandolinista, com 25 CD’s/ LP’s individuais, gravados, a partir de 1966, no Brasil e exterior. Autor de uma série de composições para bandolim e piano. Foi um dos fundadores do Sovaco de Cobra. Joel Nascimento foi o primeiro bandolinista após Jacob a executar a suíte Retratos de Radamés. É um dos fundadores da Camerata Carioca.

“O Instrumentista e Músico Jacob Pick Bittencourt foi a referência maior para a totalidade dos bandolinistas brasileiros. O instrumentista, músico e artista personalizou a sua arte resultando na formação da Escola do Bandolim Brasileiro. Suas composições populares e de rara beleza chegaram aos adeptos do bandolim de uma forma profunda, sendo assimilada dentro de uma didática própria do grande virtuose”.

Ronaldo do Bandolim – Bandolinista e integrante do Conjunto Época de Ouro desde 1976. Integra também o ‘Trio Madeira Brasil’.

“Em fins de 1967 eu vim morar em Niterói, no Fonseca, vindo de Petrópolis minha cidade natal. Eu já possuía vários discos e tocava muitos Choros do Jacob, quando tive a oportunidade de conhecer o Jonas e o Carlinhos, no auge do sucesso do Jacob e o seu Conjunto Época de Ouro. Apesar do grande Jacob querer me conhecer e me aguardar lá em sua casa por muitas vezes, não o conheci pessoalmente. Por compromissos como trabalho e estudos, esportes e etc…não foi possível. Ele morava em Jacarepaguá. Bem, ele se foi em agosto de 1969 e deixou um legado único para futuros músicos profissionais e amadores. De certa forma, ensinou como agrupar, explorar e funcionalizar os músicos para torná-los mais camerísticos, tocando música brasileira e o que chamamos Choro ( polcas, xótis, maxixes, sambas, valsas…). Como músico foi um dos mais brilhantes que temos conhecimento. Suas gravações são tão perfeitas que aprendemos a gostar de imitá-lo e também aos seus músicos. Bem, como convivi com seus músicos com ele ainda em vida, posso dizer que teria muitas histórias pra contar. Após sua morte e com o passar dos anos o seu conjunto Época de Ouro foi reunido para continuar a tocar Choro e realizar gravações até hoje. Em 1973, Sérgio Cabral, Paulinho da Viola e Elton Medeiros montaram o belíssimo espetáculo que fizeram sucesso durante meses no Rio de Janeiro com o Época de Ouro, Déo Rian, Dino, Damásio, César Faria, Jonas e o Jorginho. No início de 1974 o espetáculo de nome ‘Sarau’ começou a viajar ainda em janeiro. O Déo não podia sair da cidade, pois ele já era funcionário, economista da Embratur. Foi quando estreei profissionalmente no conjunto como sub do grande Déo, até 76, quando ele criou seu próprio conjunto, o ‘Noites Cariocas’ e eu prossegui em seu lugar, durante estes últimos 40 anos. O Época de Ouro, em 1976, retomou com sua quase originalidade, com o Carlinhos no lugar do Damásio. De lá pra cá foram muitos shows, gravações e contribuições para com o nome de Jacob e suas belíssimas músicas que muitos conhecem.”

Afonso Machado – Bandolinista, compositor e arranjador, integrante do grupo Galo Preto e da Orquestra Carioca de Choro. Possui vários CDs como intérprete, entre eles Bandolim do Brasil (Rob Digital – 2004) e Que tal? (com a cantora Clarisse Grova – Rob Digital – 2012)

Luís Barcelos – Bandolinista, cavaquinista, compositor e arranjador. Lançou em 2013 o disco “Só Alegria” com Rogério Caetano, Eduardo Neves e Celsinho Silva.

Dudu Maia – Produtor musical, bandolinista e compositor. Durante cinco anos foi professor de bandolim da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, onde elaborou uma metodologia própria de ensino do Choro e do bandolim brasileiro, que vem aplicando com sucesso no exterior. Desde 2006 viaja com frequência pelos Estados Unidos, Canadá e Europa, difundindo sua metodologia. Atualmente apresenta e produz o programa “Casa de Som” no canal 15 da Net Brasília.

Danilo Brito – Bandolinista e compositor.

“Acredito que a importância e a influência de Jacob para o choro são incalculáveis. Ele não só influenciou bandolinistas, mas também outros instrumentistas diversos, de sua época até os dias de hoje, e cada vez mais. Sua musicalidade ia além de seu bandolim; não se preocupava somente com o seu instrumento, mas com a beleza da harmonização de todos os elementos, composição, conjunto, estética, etc. Sua arte é natural e verdadeira, com méritos universais, manifestada por meio do choro. Um homem de raríssima inteligência e sensibilidade e que, graças à sua disciplina e seu poder de organização, podemos apreciar a exuberância e, ao mesmo tempo, a simplicidade de sua produção musical, referência para quem quer conhecer choro e se aprofundar no gênero. Jacob foi o máximo como instrumentista, compositor e intérprete do choro; também podia compor e tocar outros gêneros como ninguém. Sua defesa (com unhas e dentes) do que era legítimo artisticamente surtiu efeito, abrindo o coração e os olhos de muitos. Sua música espiritualizada, do coração, talvez já bastasse para difundir o choro pelo mundo em uma só linguagem. Jacob criou um jeito de tocar bandolim completamente diferente de tudo que se tinha ouvido desse instrumento no Brasil e no mundo. Em suas interpretações, percebem-se, nas músicas mais dramáticas, algumas técnicas que podem lembrar uma guitarra portuguesa. Nos choros mais saltitantes, ouvimos sua palheta “repicando”, feito um tamborim. Muitas são as técnicas por ele desenvolvidas, de difícil execução, verdadeiros desafios, até para os bandolinistas mais experientes. Jacob elevou o bandolim a outro patamar, com muitas variedades de sons. Desenvolveu ferramentas indispensáveis ao choro. No livro “O Choro”, - de Alexandre Gonçalves Pinto, o “Animal”, escrito em 1936, sobre os chorões do final do século XIX e começo do XX - admirei-me com a relação de flautistas a perder as contas e pouquíssimos bandolinistas. Da quantidade de bandolinistas existentes hoje pode-se perceber a relevância de Jacob para o bandolim brasileiro. Na minha formação, Jacob teve grande importância; ao lado de Waldir Azevedo, despertou-me para o choro, pouco depois que nasci. Cresci ouvindo os discos e tirando suas músicas de ouvido. Jacob foi, e é, um dos grandes exemplos de inspiração para se fazer tudo bem feito.”
“Acredito que a importância e a influência de Jacob para o choro são incalculáveis. Ele não só influenciou bandolinistas, mas também outros instrumentistas diversos, de sua época, até os dias de hoje, e cada vez mais. Sua musicalidade ia além de seu bandolim; não se preocupava somente com o seu instrumento, mas com a beleza da harmonização de todos os elementos, composição, conjunto, estética, etc. Sua arte é natural e verdadeira, com méritos universais, manifestada por meio do choro. Um homem de raríssima inteligência e sensibilidade e que, graças à sua disciplina e seu poder de organização, podemos apreciar a exuberância e, ao mesmo tempo, a simplicidade de sua produção musical, referência para quem quer conhecer choro e se aprofundar no gênero. Jacob foi o máximo como instrumentista, compositor e intérprete do choro; também podia compor e tocar outros gêneros como ninguém. Sua defesa (com unhas e dentes) do que era legítimo artisticamente surtiu efeito, abrindo o coração e os olhos de muitos. Sua música espiritualizada, do coração, talvez já bastasse para difundir o choro pelo mundo em uma só linguagem. Jacob criou um jeito de tocar bandolim completamente diferente de tudo que se tinha ouvido desse instrumento no Brasil e no mundo. Em suas interpretações, percebem-se, nas músicas mais dramáticas algumas técnicas que podem lembrar uma guitarra portuguesa. Nos choros mais saltitantes, ouvimos sua palheta “repicando”, feito um tamborim. Muitas são as técnicas por ele desenvolvidas, de difícil execução, verdadeiros desafios até para os bandolinistas mais experientes. Jacob elevou o bandolim a outro patamar, com muitas variedades de sons. Desenvolveu ferramentas indispensáveis ao choro. No livro “O Choro”, – de Alexandre Gonçalves Pinto, o “Animal”, escrito em 1936, sobre os chorões do final do século XIX e começo do XX – admirei-me com a relação de flautistas a perder as contas e pouquíssimos bandolinistas. Da quantidade de bandolinistas existentes hoje pode-se perceber a relevância de Jacob para o bandolim brasileiro. Na minha formação, Jacob teve grande importância; ao lado de Waldir Azevedo, despertou-me para o choro, pouco depois que nasci. Cresci ouvindo os discos e tirando suas músicas de ouvido. Jacob foi e é um dos grandes exemplos de inspiração para se fazer tudo bem feito.”

Jane do Bandolim – Bandolinista. Apresenta-se com seu grupo Jane do Bandolim e o Miado do Gato, desde 1997. Gravou com o Grupo Vou Vivendo dois CDs (Brasil Revive o Chorinho V. 1 e 2), em 1993.

Vitor Casagrande – Bandolinista, natural de Piracicaba – SP. É integrante do conjunto Água de Vintém, com o qual gravou o disco “Café da dona Chica”, lançado em 2013 pela gravadora Acari Records.

Marcílio Marques Lopes – Bandolinista e arranjador. Integrante do grupo Água de Moringa. Editor dos álbuns “Tocando com Jacob” e “Cadernos de Partitura de Jacob do Bandolim”. Autor de “Harmonia ao bandolim”, editado pela Irmãos Vitale.
Rafael Ferrari – Gaúchobandolinista, atualmente está pra lançar um trabalho inédito em duas vertentes, chamado Bandolim Campeiro, tocando pela primeira vez os ritmos gaúchos como a milonga, chamamé e vaneira com o bandolim.
Divulgacao Rafael Ferrari
“Jacob do Bandolim representa para mim a síntese, ainda hoje, da música para o bandolim no Brasil, pois à partir dele é que o bandolim tomou verdadeira projeção e obteve respeito. A partir de Jacob, criou-se a forma do brasileiro tocar bandolim. Jacob trouxe à tona uma forma única de interpretar e compor, e pela primeira vez tocou músicas de outros instrumentos no bandolim ajudando não só a difundir o bandolim como a música brasileira e seus autores. Fez escola e criou centenas ou talvez milhares de filhos mesmo após sua subida! Acho que não é preciso falar mais.”
André Ribeiro – Bandolinista, integra o Conjunto Subindo a Ladeira (CSL), o Regional Paulista e o Choro Bandido.  Atualmente está terminando seu quarto disco, sendo o segundo com o CSL.

Alex Mendes – Bandolinista do Conjunto Retratos e criador do portal Chorinho Brasil.

“Acredito que Jacob do Bandolim influenciou toda uma geração de bandolinistas, principalmente quando lançou o LP Vibrações, estava demarcado a partir do lançamento deste LP, as formações de regionais de choro que passaram a ser referência em todo o Brasil. E não podemos nunca esquecer sobre o lado pesquisador de Jacob do Bandolim, um sujeito inquieto que se aprofundou nas músicas de Ernesto Nazareth trazendo muitas de suas melodias para as rodas de choro. Ele também trouxe músicas que se não fosse pelo seu espírito e vontade de preservar o que temos de tradicional, teria se perdido no tempo, como as composições conservadas em seus manuscritos em seu precioso arquivo. Talvez estaríamos mais pobres culturalmente se não fosse Jacob do Bandolim.”
“Acredito que Jacob do Bandolim influenciou toda uma geração de bandolinistas, principalmente quando lançou o LP Vibrações. Estava demarcado a partir do lançamento deste LP as formações de regionais de choro que passaram a ser referência em todo o Brasil. E não podemos nunca esquecer o lado pesquisador de Jacob do Bandolim, um sujeito inquieto que se aprofundou nas músicas de Ernesto Nazareth trazendo muitas de suas melodias para as rodas de choro. Ele também trouxe músicas que, não fosse pelo seu espírito e vontade de preservar o que temos de tradicional, teriam se perdido no tempo, como as composições conservadas em seus manuscritos em seu precioso arquivo. Talvez estivéssemos mais pobres culturalmente não fosse Jacob do Bandolim.”

Agnaldo Luz – Bandolinista e compositor. Em 2014 lançou o disco “Agnaldo Luz, Luizinho 7 Cordas & Regional – Homenagem a Toco Preto”.

Elisa Meyer Ferreira – Bandolinista e integrante do grupo Choro das 3. Aos 21 anos de idade realiza, anualmente, turnês internacionais com seu grupo, apresentando o Choro ao público estrangeiro. Compositora e multi-instrumentista tem cinco CDs lançados, sendo que um deles é de piano solo com obras autorais. Ministrou aulas e se apresentou ao lado de seu grupo no Festival Mandolines du Lunel (França) e Mandolin Symposium (EUA).

“Comecei a tocar bandolim aos 7 anos de idade. Apesar de não ter começado no bandolim por influência direta do mestre Jacob do Bandolim (é impossível se tocar bandolim brasileiro sem qualquer influência deste grande músico que foi o maior representante e desenvolvedor deste instrumento), fiquei totalmente encantada quando fui exposta a obra dele.A complexidade e a beleza das melodias que ele compôs, os bem trabalhados e ensaiados arranjos, a maneira delicada e passional com que ele interpreta Nazareth (mesmo não sendo pianista, considero Jacob um dos melhores interpretes de Nazareth), o timbre claro, melancólico ou saltitante de seu bandolim que sabia chorar como nenhum outro. Aí conheci as incríveis gravações de Jacob tocando com Elizeth Cardozo no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro, em 1968, que mostram o lado improvisador e os belos contracantos do Jacob. Todos os bandolinistas que conheço sabem de cor os improvisos que Jacob fez no samba “Barracão”. É música de primeira. Durante as turnês do Choro das 3, ministrei várias aulas sobre o bandolim brasileiro, inclusive passamos uma semana inteira no Mandolin Symposium, na Califórnia, EUA. Tamanha foi a minha surpresa ao descobrir que Jacob tem uma legião de fãs nos Estados Unidos, Austrália, França, Itália, entre outros. Jacob foi um marco definitivo para o desenvolvimento do bandolim brasileiro e para o aprimoramento do choro. Sempre será minha inspiração, me norteando para um caminho onde a clareza sonora, precisão do regional e principalmente a beleza e a verdade musical sejam marcas indeléveis em minha obra.”
“Comecei a tocar bandolim aos 7 anos de idade. Apesar de não ter começado no bandolim por influência direta do mestre Jacob do Bandolim (é impossível se tocar bandolim brasileiro sem qualquer influência deste grande músico que foi o maior representante e desenvolvedor deste instrumento), fiquei totalmente encantada quando fui exposta à obra dele. A complexidade e a beleza das melodias que ele compôs, os bem trabalhados e ensaiados arranjos, a maneira delicada e passional com que ele interpreta Nazareth (mesmo não sendo pianista, considero Jacob um dos melhores interpretes de Nazareth), o timbre claro, melancólico ou saltitante de seu bandolim que sabia chorar como nenhum outro. Aí conheci as incríveis gravações de Jacob tocando com Elizeth Cardozo no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro, em 1968, que mostram o lado improvisador e os belos contracantos do Jacob. Todos os bandolinistas que conheço sabem de cor os improvisos que Jacob fez no samba “Barracão”. É música de primeira. Durante as turnês do Choro das 3, ministrei várias aulas sobre o bandolim brasileiro, inclusive passamos uma semana inteira no Mandolin Symposium, na Califórnia, EUA. Tamanha foi a minha surpresa ao descobrir que Jacob tem uma legião de fãs nos Estados Unidos, Austrália, França, Itália, entre outros. Jacob foi um marco definitivo para o desenvolvimento do bandolim brasileiro e para o aprimoramento do choro. Sempre será minha inspiração, norteando-me para um caminho onde a clareza sonora, precisão do regional e, principalmente, a beleza e a verdade musical sejam marcas indeléveis em minha obra.”

Maycon Júlio da Silva – Natural de Cordeiro (RJ), bandolinista, integrante do conjunto de Choro ‘Os Matutos’, que lançou seu disco em 2004. É professor de bandolim na Escola Portátil de Música, no Rio de Janeiro.

“O Jacob do bandolim foi e sempre será uma pessoa muito importante para o choro, para a música popular brasileira e principalmente para o bandolim. Graças a ele e outro grande bandolinista Luperce Miranda, temos uma escola de bandolim brasileiro. O Jacob revolucionou o jeito de tocar o instrumento e me impressiona até hoje com sua delicadeza, nas suas interpretações, nas composições, etc… Foi um músico completo. É uma referência pra mim e acredito que pra todos os bandolinistas. Somos obrigados a conhecer a obra deste gênio da música brasileira. E pro meu trabalho como professor, tem sido maravilhoso, pois aplico aos alunos tudo que ele nos deixou, suas técnicas, levadas e formas de interpretação, que é a verdadeira escola do bandolim brasileiro.”
“Jacob do Bandolim foi e sempre será uma pessoa muito importante para o choro, para a música popular brasileira e, principalmente, para o bandolim. Graças a ele e outro grande bandolinista, Luperce Miranda, temos uma escola de bandolim brasileiro. O Jacob revolucionou o jeito de tocar o instrumento e me impressiona até hoje com sua delicadeza, nas suas interpretações, nas composições, etc… Foi um músico completo. É uma referência pra mim e acredito que pra todos os bandolinistas. Somos obrigados a conhecer a obra deste gênio da música brasileira. E para o meu trabalho como professor, tem sido maravilhoso, pois aplico aos alunos tudo que ele nos deixou, suas técnicas, levadas e formas de interpretação, que é a verdadeira escola do bandolim brasileiro.”

 

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