Livro Rio: 450 anos de histórias chega hoje à loja virtual da e-ditora]

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Lançamento da E-ditora, o livro Rio: 450 anos de histórias chega hoje à loja virtual da e-ditora em período de Pré-Venda.

O livro é originário do Prêmio Literário Rio: 450 anos de histórias promovido pela e-ditora].

O Prêmio Literário contemplou cinco pesquisadores os quais tiveram seus artigos publicados nesta antologia literária sobre o Rio de Janeiro.

As categorias propostas pelo edital Rio: 450 anos de histórias foram: Memória da Imprensa Carioca, Personagens do Rio, e Patrimônio, Memória e Identidade Cultural. Os textos selecionados pelo edital são da categoria Personagens do Rio e Patrimônio, Memória e Identidade Cultural.

Saiba mais sobre os autores e seus respectivos textos publicados nesta obra literária

Categoria Personagens do Rio

Ana Cristina de Oliveira Fraga Uberaba (MG) Escritora

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Breve Perfil da Autora: Ana Cristina Fraga. Brasil. Nesta terra linda e varonil, nasci. Entre sete colinas – na cidade de Uberaba – Estado de Minas Gerais. Em tenra idade, pegava pedacinhos de ‘papel de pão’ e escrevia frases e rimas compondo singela grafia que doravante seriam muitas mais, ensejando assim o amor ao sublime dom – o dom da escrita. O tempo passou, fui laborar em outras áreas, mil voltas deambulei, todavia um papel, canetas e lápis na bolsa eu tinha, e em qualquer cantinho poetizava… Minha família de origem humilde, contudo sem deixar faltar o necessário e principalmente a ‘Lição do Amor’, foi grande incentivadora à realização palpável do sonho em partilhar com o mundo os meus escritos guardados. Pois bem, eis que assim compartilho mais um opúsculo que viajará o mundo, quem sabe, tornando meu sonho realizado. E depois deste virão outros, mais outros e por aí vão… O tempo não para. Hoje são celulares, notebooks e coisas tais, mesmo assim não deixo o lápis, a caneta e o papel, meus companheiros inseparáveis. A inspiração conclama como guia e luz e eis que respondo: “Simbora” escrever mais!

Texto contemplado: Iguaria Literária: Filé a Osvaldo Aranha – Contos Fluminenses

“A vida, por exemplo, comparada a um banquete é ideia felicíssima. Cada um de nós tem ali o seu lugar; uns retiram-se logo depois da sopa, outros do coup dumilieu, não raros vão até a sobremesa…” (Machado de Assis, A Gazeta de Notícias, 1894) Quão bom é o fruto no pé – amora, cajá ou caqui – tem cheiro de infância que ficou logo ali… Quão bom é adentrar a horta da vovó, aguar as hortaliças que tem cheiro cuja cor é verde e serve para tempero… Melhor ainda é misturar esses odores distinguindo os sabores, entre o sal e o doce. Qual doce? Qual sal? Não há! Há o sumo ser. Ser poeta, ser polímata, ser humano. Rui Barbosa. Casimiro de Abreu. Brilhantes e louvados sábios na arte de expressar, quais cascatas donde musgos beija-flores vêm voejar… Não raro, são exemplos a não imitar e sim espelhos cuja transparência transcendente nos impulsiona a sê-los quais em suma. Nesta iguaria literária, oferecemos o “Filé a Osvaldo Aranha”, acompanhando os contos fluminenses… Deliciosamente brasileiro este clássico da comida típica carioca, feito com bife alto, alho frito, arroz branco, farofa e batatas portuguesas, foi criado especialmente para o diplomata brasileiro Osvaldo Aranha, que nos idos anos de 1930, costumava almoçar no Restaurante Cosmopolita, cujo apelido era “Senadinho” na Lapa – Rio de Janeiro – local de concentração de políticos na época. Surpreendido pelo sabor, ali o diplomata habituava almoçar o prato que levou seu nome. Rio de Janeiro. Cidade Maravilhosa! Cheia de Encantos mil… Eis que inspiramos os encantos mil poetizando os contos que ora saúdam os quatrocentos e cinquenta anos do Rio, augurando-lhe muitas felicidades! E que continue para sempre lindo. Aquele abraço!

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Leonardo Barros Medeiros Petrópolis (RJ) Escritor e Professor de Literatura

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Breve Perfil do Autor: Leonardo Barros Medeiros é graduado em Letras pela Universidade Católica de Petrópolis com mestrado em Literatura Brasileira pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e doutorando em Literatura Brasileira, com bolsa CAPES, na Universidade de Coimbra. Foi Professor Assistente Convidado de Literatura Brasileira na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, foi professor substituto de Literatura Brasileira na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e é, junto com Marcos Pasche, organizador do livro de ensaios Hoje é dia de hoje em dia: literatura brasileira da primeira década do século XXI.

Texto contemplado: Vastas Emoções e Pensamentos (Im)perfeitos: Rubem Fonseca e o Cenário Crítico Análise e levantamento temático da produção intelectual de Rubem Fonseca =====================================================

Marieta Pinheiro de Carvalho São Gonçalo (RJ) Professora

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Breve Perfil da Autora: Doutora em História Política pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2010) fez graduação em Licenciatura em História (1998) e mestrado em História Política nesta mesma universidade (2003). Tem experiência na área de pesquisa em História do Brasil, com atuação em diversos arquivos da cidade do Rio de Janeiro, trabalhando com temas referentes à intelectualidade, ao poder, à política e à sociedade e à cidade do Rio de Janeiro. Em maio de 2008 ganhou o Prêmio d. João VI, organizado pela Secretaria Municipal das Culturas da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, com o trabalho intitulado Uma idéia ilustrada de cidade: as transformações urbanas no Rio de Janeiro de d. João VI. É professora do Programa de Pós Graduação em História do Brasil da Universidade Salgado de Oliveira, vinculada à linha de pesquisa Sociedade, Cultura e Trabalho. Principais publicações: CARVALHO, Marieta P. de . Uma idéia ilustrada de cidade: as transformações urbanas no Rio de Janeiro de d. João VI (1808-1821). 1. ed. Rio de Janeiro: Odisséia, 2008. v. 1. 19 CARVALHO, Marieta P. de . Um lugar-modelo para o Império: abastecimento e agricultura na Fazenda Santa Cruz. In: AMANTINO, Marcia; ENGEMANN, Carlos. (Org.). Santa Cruz: de legado dos jesuítas a pérola da Coroa. 1ed.Rio de Janeiro: EdUERJ, 2013, v. 1, p. 275-290. CARVALHO, Marieta P. de . José Bonifácio de Andrada e Silva: notas sobre a organização política do Brasil, quer como reino unido a Portugal, quer como estado independente.. In: PRADO, Maria Emília. (Org.). Obras políticas do Brasil Imperial: Dicionário do Pensamento Brasileiro.. 1ed.Rio de Janeiro: Revan, 2012, v. 1, p. 147-152.

Texto contemplado: “Foi um Rio que passou em minha vida…” d. João VI, de príncipe a rei no Rio de Janeiro

Um dos locais que mais marcaram a memória de d. João VI, sem dúvida foi o Rio de Janeiro. Para esse personagem, um dos mais conhecidos e queridos dos cariocas, os treze anos vividos na cidade foram fundamentais, afinal de contas nessas terras foi aclamado rei. O objetivo deste artigo é analisar as relações entre d. João VI e a cidade do Rio de Janeiro, destacando a importância da transferência da corte na trajetória política desse personagem. O período de permanência na antiga capital do vice-reinado pode ser encarado como o auge da governação joanina.

Para administrar o império a partir do Rio de Janeiro d. João teve que demonstrar toda a sua habilidade política. De igual maneira, a presença na cidade possibilitou ao monarca maior flexibilidade e autonomia para lidar com as pressões dos países europeus. Não foi a toa que se encantou pelo Rio de Janeiro e enquanto pode evitou retornar. =====================================================

Vagner Leite Rangel São Gonçalo (RJ) Mestrando em Literatura (UERJ) e Pesquisador Júnior (Real Gabinete Português de Leitura)

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Breve Perfil do Autor: Graduado em Letras pela Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Especialista em Estudos Literários pela mesma instituição. Atualmente é Mestrando na UERJ e Pesquisador Júnior do Real Gabinete Português de Leitura, onde desenvolve pesquisa sobre a dita primeira fase da produção literária de Machado de Assis.

Texto contemplado: Um bom negócio e uma grave lição Um bom negócio e uma grave lição: provaste-me ainda uma vez que o melhor drama está no espectador e não no palco.” Trata-se de uma leitura contemporânea do conto “O Espelho”, de Machado de Assis. ========================================================

Categoria Patrimônio, Memória e Identidade Cultural

Francisco Antonio Romanelli Varginha (MG) Advogado

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Breve Perfil do Autor: Advogado, magistrado aposentado, mestre em Letras (UNINCOR), bacharel em Estudos Sociais (UNIS-MG) e em Direito (FADIVA-MG). Pós-graduado em Direito Ambiental (PUCRGS) e em Educação Ambiental (FIJ-RJ). Membro da Academia Varginhense de Letras Artes e Ciências (AVLAC).

Texto contemplado: Rio de Janeiro: Uma cidade dividida pelo samba

O samba, elemento de união identitária nacional, foi inicialmente símbolo de um Rio de Janeiro dividido entre morro e asfalto. De um lado, o glamour da cidade que pretendia ser a “Paris dos trópicos”, de outro a miséria de negros confinados às encostas dos morros. Da mesma forma como se fez porta-voz da divisão, o samba a remendou, consolidando-se como expressão da cultura brasileira, entre apropriações, trocas e circularidades culturais, interesses políticos e reconhecimento de seu alto valor artístico e de sua valiosa significância. Coube a Noel Rosa culminar o remendo definitivo da secção cultural que dividia o Rio e alimentava a falácia da cidade partida pelo samba.

Acesse e peça já o seu.

https://lojadaeditora.wordpress.com/

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