Revista do Choro publica entrevista com Edilson Capelupi para a série ‘O violão de sete cordas no choro’

Por Leonor Bianchi

Arranjador, compositor, instrumentista, produtor, músico autodidata, Edmilson Capelupi foi influenciado pelo pai, músico “chorão”, e pelas rodas de choro que frequentava desde pequeno. Aprendeu a tocar violão de seis cordas, viola e cavaquinho, especializando-se no violão de sete cordas.

A partir de 2006 atuou como professor do Curso de Violão de Sete Cordas e Prática de Conjunto de Choro, da Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP).

Participou, como professor, de oficinas de choro e workshops, realizados na Universidade de São Paulo e no SESC Pompéia.

Como instrumentista, participou da gravação dos discos de vários artistas, dentre os quais “Sonora garoa” (1984), “Inéditas de Adoniran” (2000), “Passoca canta João Pacífico” (2003), e “Suite paulistana” (2011), de Passoca; “Meu cantar é tempestade de saudade” (1987), de Nora Ney; “Minas da lua” (1995), de Saulo Laranjeira; “Edson Cordeiro” (1992), de Edson Cordeiro; “Canção brasileira, a nossa bela alma” (1992), de Eliete Negreiros; “Demônios da Garoa, 50 Anos” (1994) e “Mais Demônios do que Nunca” (2000), dos Demônios da Garoa; “Tão Simples” (1995), Ana de Hollanda;  “Chave dos segredos” (1995), de Zezé Motta; “Anjo de mim” (1995), de Ivan Lins; “Na pancada do ganzá” (1996), “Madeira que cupim não rói” (1997), “Pernambuco falando para o mundo” (1999), “Marco do meio-dia” (2001), “Lunário perpétuo” (2002), “Nove de frevereiro I e II” (2006), de Antônio Nóbrega; “From Brazil to Japan” (1996), de Jane Duboc; “Dominguinhos e convidados cantam Luiz Gonzaga Vol. I e II” (1997), de Dominguinhos; “Ary mineiro” (1998), de Célia e Celma; “500 anos de Folia Vol. I e II” (1999/ 2000), de Jair Rodrigues; “A música brasileira deste século por seus autores e intérpretes” (2000), de Ademilde Fonseca; “Leite preto” (2000), “Do meu jeito” (2004) e “Enquanto eu fizer canção” (2011), de Carmen Queiroz; “Bossa” (2001), de Zizi Possi; “Hoje Lembrando” (2003), de Inezita Barroso; “Simplesmente Maria Martha” (2003), de Maria Martha; “Trégua” (2003), de Chico Saraiva; “Pétalas” (2003) e “Dois maior de grande” (2006), de Clara Becker; “Dança das rosas” (2004), de Consuelo de Paula; “Verde” (2004), de Badi Assad; “Berimbaum” (2004), de Paula Morelenbaum; “Preto no branco” (2005), de Osvaldinho da Cuíca; “Pra tirar o chapéu” (2005), de Eduardo Gudin; “Avarandado” (2005) e “Alma cabocla” (2009), de Ana Salvagni; “Estudando o Pagode” (2005), de Tom Zé; “Céu” (2005), de Céu; “Simples” (2006), de Jair Oliveira; “Pierrot & Colombina” (2006), de Vânia Abreu e Marcelo Quintanilha; “Direito de Sambar” (2006), de Adriana Moreira; “Beth Carvalho canta o samba da Bahia” (2007), de Beth Carvalho; “Lado Z” (2007), de Zeca Baleiro; “Tocando para o interior” (2007), de Nailor Proveta; “Comunhão” (2008), de Mário Gil; “Dois de fevereiro” (2008), de Mateus Sartori; “O samba me cantou” (2009), de Jair Oliveira e Luciana Mello; “São Mateus não é um lugar tão longe assim” (2009), de Rodrigo Campos; “Sambajazz” (2010), de Jair Oliveira; “Quem viver verá” (2011), de Toquinho; entre outros.

Foi responsável pela produção e pelos arranjos os CDs “Carlinhos do cavaco” (1997) e “Mensagem de bamba” (2003), de Carlinhos do Cavaco; “Leite preto” (2000), “Do meu jeito” (2004) e “Enquanto eu fizer canção” (2011), de Carmen Queiroz; “Abra a roda tindolelê (2002), de Lydia Hortélio; “Papo de Anjo – Choro” (2003), do grupo Papo de Anjo; “Nove de fevereiro II” (2006), de Antônio Nóbrega; “Direito de Sambar” (2006), de Adriana Moreira; “Perímetro Urbano” (2009), do grupo Perímetro Urbano.
Como arranjador, participou dos CDs “Toninho Carrasqueira toca Pixinguinha e Patápio da Silva” (1996); “História do Samba Paulista I”, de Osvaldinho da Cuiça; “Anjo torto” (2000), de Carlos Henry; “Marco do meio-dia” (2001) e “Lunário perpétuo” (2002), de Antônio Nóbrega; “Primeira classe” (2002), do grupo Nosso Choro; “Entre amigos – Chorinhos” (2002); “Canto pra viver” (2005), da Velha Guarda Musical Camisa Verde e Branco; “Avarandado” (2005) e “Alma cabocla” (2009), de Ana Salvagni; “180 anos de samba – Cantando Adoniran e Noel” (2009).

Foi o responsável pela revisão harmônica da publicação “O Melhor de Pixinguinha” (1997), da Editora Vitale.

Atuou como produtor musical dos DVDs “Lunário perpétuo” (2002), “Nove de frevereiro” (2008) e “Naturalmente” (2011), de Antônio Nóbrega; “Demônios da Garoa – Ao vivo”, dos Demônios da Garoa; “O samba me cantou” (2009), de Jair Oliveira e Luciana Mello; “50 Anos Depois” (2009), de Agnaldo Rayol.

Participou, como instrumentista, do show de artistas como Beth Carvalho, Jane Duboc, Hermínio Bello de Carvalho, Paulinho da Viola, Zezé Gonzaga, Roberto Silva, entre outros.

Foi responsável pela direção musical e os arranjos do “Show dos Direitos Humanos” apresentado em Brasília (2008), Recife (2009) e Belo Horizonte (2010), do qual participaram vários artistas, como Sérgio Ricardo, Hamilton de Holanda, Moraes Moreira, Beth Carvalho, Elba Ramalho Emílio Santiago, Luiz Melodia, Chico César, Elza Soares, Arnaldo Antunes, Fernanda Takai,  Lenine, Lô Borges, Margareth Menezes, Pablo Milanés, Milton Nascimento, Antônio Nóbrega, MPB 4, Zé Renato, Jair Oliveira, Luciana Mello, Dominguinhos, Paulo Moura, Isaias e seus chorões, Fabiana Cozza, Elton Medeiros, Cristina Buarque, Ataulfo Alves Jr.,  Orquestra Jazz Sinfônica, Gal Costa, Mestre Marçal, Dona Ivone Lara, Eliete Negreiros, Raul de Barros, Ademilde Fonseca, Carmen Queiroz, Zé Luis Mazzioti, Carlinhos Vergueiro, Silvio Caldas,  Zé Ketti, Altamiro Carrilho, Joel Nascimento, Déo Ryan, Toninho Carrasqueira, Toninho Ferragutti, Proveta,  entre outros.

Integrou os grupos instrumentais Papo de Anjo e Isaías e seus Chorões.

Foi  diretor musical do artistas Antônio Nóbrega.

Participou das trilhas sonoras dos filmes “Dois Córregos” (1999), de Carlos Reichenbach; “Cidade de Deus” (2002); “Não por acaso” (2007), de Philippe Barcinski; “Cidade dos Homens”, de Elena Soárez e Paulo Morelli; “Todo Poderoso: O Filme – 100 Anos do Timão (2010); e da minissérie “Filhos do carnaval”, exibida pelo canal HBO.*

Este mês, Edmilson Capelupi é o nosso entrevistado para a série ‘O violão de sete cordas no choro’. Mês que vem tem Luizinho Sete Cordas e ainda Rogério Caetano. Acompanhe! Leia também as entrevistas da série com Lia Meyer, do grupo Choro das Três, e com o violonista Ricardo Vieira

Leia a entrevista na Revista do Choro. 

Conteúdo exclusivo para assinantes. 

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Chorinho no Empório Mata Atlântica

Sábado agora, 17 de dezembro, o CHORO marcará presença no Empório Mata Atlântica. Quem for ao empório, poderá apreciar o melhor do gênero com uma seleção choros clássicos e modernos. No repertório: Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Pixinguinha, Jacob do Bandomim, Aníbal Augusto Sardinha (Garoto), Abel Ferreira, Altamiro Carrilho, e compositores modernos, como Hermeto Pascoal, Hamilton de Holanda, Daniel Migliavacca, Henrique Garcia, Avendano Júnior (através do Sovaco de Cobra Trio), entre outros. Em destaque, o Chorinho no Empório apresentará o novo CD do trompetista Silvério Pontes, ‘Reencontros’. Leia sobre o disco na Revista do Choro: http://revistadochoro.com/…/silverio-pontes-lanca-cd-autor…/

Estamos no horto atrás da Tocolândia, em Costazul.
Estamos no horto atrás da Tocolândia, em Costazul.
O novo CD de Silvério Pontes, Reencontro' estará em destaque na 'playlist' do dia.
O novo CD de Silvério Pontes, Reencontro’ estará em destaque na ‘playlist’ do dia.

 

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No CD, Silvério Pontes traz parcerias com Leandro Saramago, Fabiano Sagalote, Bebê Kramer e Marcelo Caldi.

 

Programe-se!
– O quê: Chorinho no Empório Mata Atlântica
– Quando: Sábado, 17 de dezembro de 2016
– Horário: 10h30 às 14h00
– Onde: Empório Mata Atlântica (Costa Azul, Rio das Ostras)
– Entrada: franca e censura livre
– Infra: Estacionamento e área coberta
– OBS: Cancelamento somente em caso de excesso de chuva.

O Chorinho no Empório Mata Atlântica é produzido pela editora da Revista do Choro (E-ditora), Leonor Pelliccione Bianchi.
www.revistadochoro.com
www.portaldaeditora.com.br

Terapia da Reflexologia em Rio das Ostras faz parceria com o Estúdio Ananda Yoga

A partir de agosto,  o Estúdio Ananda Yoga, em Rio das Ostras passa a receber a Terapia da Reflexologia, aplicada pela terapeuta Leonor Bianchi.

Leonor Bianchi
Leonor Bianchi

O que reflexologia e quais os seus princípios?

A reflexologia baseia-se no princípio de que existem áreas, ou pontos reflexos nos pés que correspondem a cada órgão, glândula e estrutura ou região do corpo humano, e que através dessas áreas podemos tratar/ cuidar de nosso corpo orgânico, físico e mental.

A reflexologia pode ser aplicada em diversos pontos do corpo, como orelhas, cabeça, rosto, mãos, pés… porém, são os pés os grandes ‘acumuladores’ de energia.

A atuação da reflexologia se dá na medida em que cada um dos pontos a serem ‘tratados, ou trabalhados’ durante a sessão são acionados de forma sistemática com os dedos do terapeuta, ou com instrumentos específicos para este tipo de massagem, gerando assim uma reação mente-corpo. Já durante a massagem o paciente sente o processo de limpeza e redução da tensão nas diversas zonas do corpo e com isso a sensação de bem-estar e relaxamento.

Quais benefícios obtidos com uma sessão de reflexologia? 

– A reflexologia reduzir a tensão;
– Renova as energias;
– Estimula o reequilíbrio físico e mental;
– Melhora a irrigação sanguínea;
– Desbloqueia o fluxo de energia e aflorar um funcionamento nervoso;
– Restabelece a harmonia entre todas as funções do corpo;
– Combate o estresse.

Sessão: Duração de 60 min

O Estúdio Ananda Yoga fica na Estrada Califórnia, 353, sala 111, Jd. Atlântico.

Para agendar uma sessão, envie um Whatsapp ou email:
22 9 9253-3903/ terapiadareflexologia@gmail.com

Organize sua Memória: Classificação, digitalização, tratamento de imagens/ restauração, e armazenamento inteligente de documentos

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O que é  o ‘Organize sua Memória’?

Digitalizamos acervos pessoais, jornais, revistas, certificados e os mais diversos formatos (com restauração e edição do material quando necessário). Fazemos transcrição de dados de VHS, Blu-Ray, DVD, CD e LP para qualquer mídia. Na pós-produção criamos álbum virtual, impressos, livros de fotografia, sites para exposição do seu acervo e apresentação digital para eventos especiais. Além disso, orientamos a separação, catalogação e definição de índices.

Organize sua Memória = Classificação, digitalização (tratamento de imagens/ restauração) e armazenamento inteligente de documentos.

Para saber mais sobre como trabalhamos, envie um Whatsapp
22 9 9253-3903 ou um email para organizesuamemoria@gmail.com

Organize sua Memória está com uma super promoção para digitalização e armazenamento de documentos e fotografias

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A Revista do Choro de junho está no ar

A Revista do Choro de junho está no ar. A capa de junho é com o pianista capixaba Hercules Gomes. Instrumentista premiado, ele é grande admirador da obra de chorões, como Ernesto Nazareth e Chiquinha Gonzaga, ao mesmo tempo em que reconhece a necessidade de criar sempre novas estéticas sonoras não só para o choro, como para a música instrumental de maneira mais ampla. Sem atuar fundado em uma linha conceitual clássica ou popular, mas sim numa espécie de aprendizado pós observação da (con)vivência entre essas duas esferas (do piano no Brasil), ele vem ganhando cena com sua sensibilidade artística para compor, interpretar e por sua verve didática, demonstrada em inúmeras palestras, aulas… oficinas…

Em ‘Lançamentos’, trazemos uma matéria com a ilustre pianista Maria Teresa Madeira e seu último disco, considerado uma ousadia nos dias atuais para o mercado fonográfico: a caixa com a obra completa de Ernesto Nazareth, que ela acaba de lançar, e o que muda na história da discografia brasileira com o feito inédito e ousado.

Também, o primeiro CD do cavaquinista Henrique Garcia, ‘Choros e Prelúdios para cavaquinho solo’, é destaque nesta edição. Aluno da primeira turma do curso de bacharelado em Cavaquinho e Bandolim da Escola de Música da UFRJ, o compositor e instrumentista integra a banda do sambista Diogo Nogueira, para quem também já produziu diversos espetáculos musicais.

A campanha de financiamento coletivo do documentário ‘Londrina sorri para o choro’, sobre o Clube do Choro de Londrina, pede sua construção. Leia na seção ‘Choro e Cinema’.

Na seção ‘Mulheres do Choro’, o talento da flautista paraense Luany Ferreira, fundadora do grupo Engole o Choro.

O projeto de educação musical Papo de Anjo, que tem o choro e o samba como enfoque nas aulas de educação musical de crianças da rede púbica de ensino de Londrina, também é destaque na edição de junho da Revista do Choro.

Na estante da ‘Biblioteca do Choro’, uma entrevista com a autora do livro Os oito batutas: história e música brasileira nos anos 1920, lançado recentemente pela Editora UFRJ, a pesquisadora Luiza Mara Braga Martins.

Boa leitura!

Leonor Bianchi
Editora
Revista do Choro
www.revistadochoro.com
Foto da capa: Paulo Rapoport

Adquira a versão impressa da Revista do Choro pelo link: http://revistadochoro.com/adquira-a-versao-impressa-da-revista-do-choro/

O pianista Hercules Gomes é capa da edição de junho da Revista do Choro

A produção jornalística da Revista do Choro segue a todo vapor. Hoje tivemos retorno da entrevista com o pianista Hercules Gomes, capa da edição de junho. O conteúdo estará online a partir da próxima quarta-feira, dia primeiro, no site http://www.revistadochro.com e também  na versão impressa da revista. Leia agora um trechinho do início da entrevista que o pianista concedeu à editora da Revista do Choro, Leonor Pelliccione Bianchi.

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Revista do Choro: Hercules, você nasceu em Vitória (ES), e foi lá, aos 13 anos que iniciou seus estudos musicais. Conte-nos um pouco sobre sua infância em Vitória, sua rotina de menino, tinha irmãos, e seus pais, quem eram, quem são? Seu pai também foi um músico autodidata e tocava violão nas horas vagas do trabalho numa oficina de carros, certo? Foi através dele que você se sensibilizou pela música?

Hercules Gomes: Nasci em Vitória, porém, cresci em Cariacica (Grande Vitória). Sou filho único. A minha infância era tranquila. Apesar de vir de uma família muito humilde nunca me faltou nada.  A presença da música em casa foi por causa do meu pai. Minha mãe é costureira e ele pintor de carros, que nas horas vagas tocava baixo e violão. Ele gostava muito da Jovem Guarda, então, o que eu o ouvia tocar em casa era essa música. Porém, meu primeiro contato com um instrumento no sentido do estudo do mesmo só aconteceu aos 13 anos quando meu pai começou a me ensinar violão. Pouco depois comecei a tocar teclado como autodidata. Em escola de música mesmo só entrei depois de alguns anos aprendendo sozinho.

Produção jornalística: ImprensaBR

Acesse a Revista do Choro

http://www.revistadochoro.com

Os 40 anos do Galo Preto na Revista do Choro: Mais uma produção de conteúdo da ImprensaBR

Leia na Revista do Choro a matéria de capa de dezembro sobre os 40 anos do conjunto Galo Preto, produzida pela ImprensaBR Assessoria de Comunicação.

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Insira uma legenda

Abel Ferreira e Galo Preto, em 1978, durante a gravação do primeiro do grupo, nos estúdios da RCA

Encerrando 2015, ano em que o conjunto Galo Preto completou quatro décadas em atividade, publicamos uma matéria especial com os ‘Meninos do Galo’ sobre esses 40 anos. Fotos inéditas do grupo com Cartola, Hermeto Pascoal e muitos músicos que participaram da trajetória do conjunto, além de farto material de imprensa (clipping) do início da carreira do Galo Preto.

Entrevista: Leonor Bianchi e Rúben Pereira. Decupagem e Redação: Leonor Bianchi.

 

Leia.

Livro Rio: 450 anos de histórias chega hoje à loja virtual da e-ditora]

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Lançamento da E-ditora, o livro Rio: 450 anos de histórias chega hoje à loja virtual da e-ditora em período de Pré-Venda.

O livro é originário do Prêmio Literário Rio: 450 anos de histórias promovido pela e-ditora].

O Prêmio Literário contemplou cinco pesquisadores os quais tiveram seus artigos publicados nesta antologia literária sobre o Rio de Janeiro.

As categorias propostas pelo edital Rio: 450 anos de histórias foram: Memória da Imprensa Carioca, Personagens do Rio, e Patrimônio, Memória e Identidade Cultural. Os textos selecionados pelo edital são da categoria Personagens do Rio e Patrimônio, Memória e Identidade Cultural.

Saiba mais sobre os autores e seus respectivos textos publicados nesta obra literária

Categoria Personagens do Rio

Ana Cristina de Oliveira Fraga Uberaba (MG) Escritora

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Breve Perfil da Autora: Ana Cristina Fraga. Brasil. Nesta terra linda e varonil, nasci. Entre sete colinas – na cidade de Uberaba – Estado de Minas Gerais. Em tenra idade, pegava pedacinhos de ‘papel de pão’ e escrevia frases e rimas compondo singela grafia que doravante seriam muitas mais, ensejando assim o amor ao sublime dom – o dom da escrita. O tempo passou, fui laborar em outras áreas, mil voltas deambulei, todavia um papel, canetas e lápis na bolsa eu tinha, e em qualquer cantinho poetizava… Minha família de origem humilde, contudo sem deixar faltar o necessário e principalmente a ‘Lição do Amor’, foi grande incentivadora à realização palpável do sonho em partilhar com o mundo os meus escritos guardados. Pois bem, eis que assim compartilho mais um opúsculo que viajará o mundo, quem sabe, tornando meu sonho realizado. E depois deste virão outros, mais outros e por aí vão… O tempo não para. Hoje são celulares, notebooks e coisas tais, mesmo assim não deixo o lápis, a caneta e o papel, meus companheiros inseparáveis. A inspiração conclama como guia e luz e eis que respondo: “Simbora” escrever mais!

Texto contemplado: Iguaria Literária: Filé a Osvaldo Aranha – Contos Fluminenses

“A vida, por exemplo, comparada a um banquete é ideia felicíssima. Cada um de nós tem ali o seu lugar; uns retiram-se logo depois da sopa, outros do coup dumilieu, não raros vão até a sobremesa…” (Machado de Assis, A Gazeta de Notícias, 1894) Quão bom é o fruto no pé – amora, cajá ou caqui – tem cheiro de infância que ficou logo ali… Quão bom é adentrar a horta da vovó, aguar as hortaliças que tem cheiro cuja cor é verde e serve para tempero… Melhor ainda é misturar esses odores distinguindo os sabores, entre o sal e o doce. Qual doce? Qual sal? Não há! Há o sumo ser. Ser poeta, ser polímata, ser humano. Rui Barbosa. Casimiro de Abreu. Brilhantes e louvados sábios na arte de expressar, quais cascatas donde musgos beija-flores vêm voejar… Não raro, são exemplos a não imitar e sim espelhos cuja transparência transcendente nos impulsiona a sê-los quais em suma. Nesta iguaria literária, oferecemos o “Filé a Osvaldo Aranha”, acompanhando os contos fluminenses… Deliciosamente brasileiro este clássico da comida típica carioca, feito com bife alto, alho frito, arroz branco, farofa e batatas portuguesas, foi criado especialmente para o diplomata brasileiro Osvaldo Aranha, que nos idos anos de 1930, costumava almoçar no Restaurante Cosmopolita, cujo apelido era “Senadinho” na Lapa – Rio de Janeiro – local de concentração de políticos na época. Surpreendido pelo sabor, ali o diplomata habituava almoçar o prato que levou seu nome. Rio de Janeiro. Cidade Maravilhosa! Cheia de Encantos mil… Eis que inspiramos os encantos mil poetizando os contos que ora saúdam os quatrocentos e cinquenta anos do Rio, augurando-lhe muitas felicidades! E que continue para sempre lindo. Aquele abraço!

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Leonardo Barros Medeiros Petrópolis (RJ) Escritor e Professor de Literatura

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Breve Perfil do Autor: Leonardo Barros Medeiros é graduado em Letras pela Universidade Católica de Petrópolis com mestrado em Literatura Brasileira pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e doutorando em Literatura Brasileira, com bolsa CAPES, na Universidade de Coimbra. Foi Professor Assistente Convidado de Literatura Brasileira na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, foi professor substituto de Literatura Brasileira na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e é, junto com Marcos Pasche, organizador do livro de ensaios Hoje é dia de hoje em dia: literatura brasileira da primeira década do século XXI.

Texto contemplado: Vastas Emoções e Pensamentos (Im)perfeitos: Rubem Fonseca e o Cenário Crítico Análise e levantamento temático da produção intelectual de Rubem Fonseca =====================================================

Marieta Pinheiro de Carvalho São Gonçalo (RJ) Professora

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Breve Perfil da Autora: Doutora em História Política pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2010) fez graduação em Licenciatura em História (1998) e mestrado em História Política nesta mesma universidade (2003). Tem experiência na área de pesquisa em História do Brasil, com atuação em diversos arquivos da cidade do Rio de Janeiro, trabalhando com temas referentes à intelectualidade, ao poder, à política e à sociedade e à cidade do Rio de Janeiro. Em maio de 2008 ganhou o Prêmio d. João VI, organizado pela Secretaria Municipal das Culturas da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, com o trabalho intitulado Uma idéia ilustrada de cidade: as transformações urbanas no Rio de Janeiro de d. João VI. É professora do Programa de Pós Graduação em História do Brasil da Universidade Salgado de Oliveira, vinculada à linha de pesquisa Sociedade, Cultura e Trabalho. Principais publicações: CARVALHO, Marieta P. de . Uma idéia ilustrada de cidade: as transformações urbanas no Rio de Janeiro de d. João VI (1808-1821). 1. ed. Rio de Janeiro: Odisséia, 2008. v. 1. 19 CARVALHO, Marieta P. de . Um lugar-modelo para o Império: abastecimento e agricultura na Fazenda Santa Cruz. In: AMANTINO, Marcia; ENGEMANN, Carlos. (Org.). Santa Cruz: de legado dos jesuítas a pérola da Coroa. 1ed.Rio de Janeiro: EdUERJ, 2013, v. 1, p. 275-290. CARVALHO, Marieta P. de . José Bonifácio de Andrada e Silva: notas sobre a organização política do Brasil, quer como reino unido a Portugal, quer como estado independente.. In: PRADO, Maria Emília. (Org.). Obras políticas do Brasil Imperial: Dicionário do Pensamento Brasileiro.. 1ed.Rio de Janeiro: Revan, 2012, v. 1, p. 147-152.

Texto contemplado: “Foi um Rio que passou em minha vida…” d. João VI, de príncipe a rei no Rio de Janeiro

Um dos locais que mais marcaram a memória de d. João VI, sem dúvida foi o Rio de Janeiro. Para esse personagem, um dos mais conhecidos e queridos dos cariocas, os treze anos vividos na cidade foram fundamentais, afinal de contas nessas terras foi aclamado rei. O objetivo deste artigo é analisar as relações entre d. João VI e a cidade do Rio de Janeiro, destacando a importância da transferência da corte na trajetória política desse personagem. O período de permanência na antiga capital do vice-reinado pode ser encarado como o auge da governação joanina.

Para administrar o império a partir do Rio de Janeiro d. João teve que demonstrar toda a sua habilidade política. De igual maneira, a presença na cidade possibilitou ao monarca maior flexibilidade e autonomia para lidar com as pressões dos países europeus. Não foi a toa que se encantou pelo Rio de Janeiro e enquanto pode evitou retornar. =====================================================

Vagner Leite Rangel São Gonçalo (RJ) Mestrando em Literatura (UERJ) e Pesquisador Júnior (Real Gabinete Português de Leitura)

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Breve Perfil do Autor: Graduado em Letras pela Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Especialista em Estudos Literários pela mesma instituição. Atualmente é Mestrando na UERJ e Pesquisador Júnior do Real Gabinete Português de Leitura, onde desenvolve pesquisa sobre a dita primeira fase da produção literária de Machado de Assis.

Texto contemplado: Um bom negócio e uma grave lição Um bom negócio e uma grave lição: provaste-me ainda uma vez que o melhor drama está no espectador e não no palco.” Trata-se de uma leitura contemporânea do conto “O Espelho”, de Machado de Assis. ========================================================

Categoria Patrimônio, Memória e Identidade Cultural

Francisco Antonio Romanelli Varginha (MG) Advogado

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Breve Perfil do Autor: Advogado, magistrado aposentado, mestre em Letras (UNINCOR), bacharel em Estudos Sociais (UNIS-MG) e em Direito (FADIVA-MG). Pós-graduado em Direito Ambiental (PUCRGS) e em Educação Ambiental (FIJ-RJ). Membro da Academia Varginhense de Letras Artes e Ciências (AVLAC).

Texto contemplado: Rio de Janeiro: Uma cidade dividida pelo samba

O samba, elemento de união identitária nacional, foi inicialmente símbolo de um Rio de Janeiro dividido entre morro e asfalto. De um lado, o glamour da cidade que pretendia ser a “Paris dos trópicos”, de outro a miséria de negros confinados às encostas dos morros. Da mesma forma como se fez porta-voz da divisão, o samba a remendou, consolidando-se como expressão da cultura brasileira, entre apropriações, trocas e circularidades culturais, interesses políticos e reconhecimento de seu alto valor artístico e de sua valiosa significância. Coube a Noel Rosa culminar o remendo definitivo da secção cultural que dividia o Rio e alimentava a falácia da cidade partida pelo samba.

Acesse e peça já o seu.

https://lojadaeditora.wordpress.com/

E-ditora abre uma (1) vaga para estágio não remunerado na área de Letras

Estudantes entre o segundo e quarto período interessados devem enviar currículo para emaildaeditora@gmail.com com o assunto ‘Estágio’. Trabalho integralmente feto pela internet. O estagiário trabalhará por produtividade 20 horas semanais.

http://www.publiquepelaeditora.wordpress.com
http://www.lojadaeditora.wordpress.com