Revista do Choro publica entrevista com Edilson Capelupi para a série ‘O violão de sete cordas no choro’

Por Leonor Bianchi

Arranjador, compositor, instrumentista, produtor, músico autodidata, Edmilson Capelupi foi influenciado pelo pai, músico “chorão”, e pelas rodas de choro que frequentava desde pequeno. Aprendeu a tocar violão de seis cordas, viola e cavaquinho, especializando-se no violão de sete cordas.

A partir de 2006 atuou como professor do Curso de Violão de Sete Cordas e Prática de Conjunto de Choro, da Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP).

Participou, como professor, de oficinas de choro e workshops, realizados na Universidade de São Paulo e no SESC Pompéia.

Como instrumentista, participou da gravação dos discos de vários artistas, dentre os quais “Sonora garoa” (1984), “Inéditas de Adoniran” (2000), “Passoca canta João Pacífico” (2003), e “Suite paulistana” (2011), de Passoca; “Meu cantar é tempestade de saudade” (1987), de Nora Ney; “Minas da lua” (1995), de Saulo Laranjeira; “Edson Cordeiro” (1992), de Edson Cordeiro; “Canção brasileira, a nossa bela alma” (1992), de Eliete Negreiros; “Demônios da Garoa, 50 Anos” (1994) e “Mais Demônios do que Nunca” (2000), dos Demônios da Garoa; “Tão Simples” (1995), Ana de Hollanda;  “Chave dos segredos” (1995), de Zezé Motta; “Anjo de mim” (1995), de Ivan Lins; “Na pancada do ganzá” (1996), “Madeira que cupim não rói” (1997), “Pernambuco falando para o mundo” (1999), “Marco do meio-dia” (2001), “Lunário perpétuo” (2002), “Nove de frevereiro I e II” (2006), de Antônio Nóbrega; “From Brazil to Japan” (1996), de Jane Duboc; “Dominguinhos e convidados cantam Luiz Gonzaga Vol. I e II” (1997), de Dominguinhos; “Ary mineiro” (1998), de Célia e Celma; “500 anos de Folia Vol. I e II” (1999/ 2000), de Jair Rodrigues; “A música brasileira deste século por seus autores e intérpretes” (2000), de Ademilde Fonseca; “Leite preto” (2000), “Do meu jeito” (2004) e “Enquanto eu fizer canção” (2011), de Carmen Queiroz; “Bossa” (2001), de Zizi Possi; “Hoje Lembrando” (2003), de Inezita Barroso; “Simplesmente Maria Martha” (2003), de Maria Martha; “Trégua” (2003), de Chico Saraiva; “Pétalas” (2003) e “Dois maior de grande” (2006), de Clara Becker; “Dança das rosas” (2004), de Consuelo de Paula; “Verde” (2004), de Badi Assad; “Berimbaum” (2004), de Paula Morelenbaum; “Preto no branco” (2005), de Osvaldinho da Cuíca; “Pra tirar o chapéu” (2005), de Eduardo Gudin; “Avarandado” (2005) e “Alma cabocla” (2009), de Ana Salvagni; “Estudando o Pagode” (2005), de Tom Zé; “Céu” (2005), de Céu; “Simples” (2006), de Jair Oliveira; “Pierrot & Colombina” (2006), de Vânia Abreu e Marcelo Quintanilha; “Direito de Sambar” (2006), de Adriana Moreira; “Beth Carvalho canta o samba da Bahia” (2007), de Beth Carvalho; “Lado Z” (2007), de Zeca Baleiro; “Tocando para o interior” (2007), de Nailor Proveta; “Comunhão” (2008), de Mário Gil; “Dois de fevereiro” (2008), de Mateus Sartori; “O samba me cantou” (2009), de Jair Oliveira e Luciana Mello; “São Mateus não é um lugar tão longe assim” (2009), de Rodrigo Campos; “Sambajazz” (2010), de Jair Oliveira; “Quem viver verá” (2011), de Toquinho; entre outros.

Foi responsável pela produção e pelos arranjos os CDs “Carlinhos do cavaco” (1997) e “Mensagem de bamba” (2003), de Carlinhos do Cavaco; “Leite preto” (2000), “Do meu jeito” (2004) e “Enquanto eu fizer canção” (2011), de Carmen Queiroz; “Abra a roda tindolelê (2002), de Lydia Hortélio; “Papo de Anjo – Choro” (2003), do grupo Papo de Anjo; “Nove de fevereiro II” (2006), de Antônio Nóbrega; “Direito de Sambar” (2006), de Adriana Moreira; “Perímetro Urbano” (2009), do grupo Perímetro Urbano.
Como arranjador, participou dos CDs “Toninho Carrasqueira toca Pixinguinha e Patápio da Silva” (1996); “História do Samba Paulista I”, de Osvaldinho da Cuiça; “Anjo torto” (2000), de Carlos Henry; “Marco do meio-dia” (2001) e “Lunário perpétuo” (2002), de Antônio Nóbrega; “Primeira classe” (2002), do grupo Nosso Choro; “Entre amigos – Chorinhos” (2002); “Canto pra viver” (2005), da Velha Guarda Musical Camisa Verde e Branco; “Avarandado” (2005) e “Alma cabocla” (2009), de Ana Salvagni; “180 anos de samba – Cantando Adoniran e Noel” (2009).

Foi o responsável pela revisão harmônica da publicação “O Melhor de Pixinguinha” (1997), da Editora Vitale.

Atuou como produtor musical dos DVDs “Lunário perpétuo” (2002), “Nove de frevereiro” (2008) e “Naturalmente” (2011), de Antônio Nóbrega; “Demônios da Garoa – Ao vivo”, dos Demônios da Garoa; “O samba me cantou” (2009), de Jair Oliveira e Luciana Mello; “50 Anos Depois” (2009), de Agnaldo Rayol.

Participou, como instrumentista, do show de artistas como Beth Carvalho, Jane Duboc, Hermínio Bello de Carvalho, Paulinho da Viola, Zezé Gonzaga, Roberto Silva, entre outros.

Foi responsável pela direção musical e os arranjos do “Show dos Direitos Humanos” apresentado em Brasília (2008), Recife (2009) e Belo Horizonte (2010), do qual participaram vários artistas, como Sérgio Ricardo, Hamilton de Holanda, Moraes Moreira, Beth Carvalho, Elba Ramalho Emílio Santiago, Luiz Melodia, Chico César, Elza Soares, Arnaldo Antunes, Fernanda Takai,  Lenine, Lô Borges, Margareth Menezes, Pablo Milanés, Milton Nascimento, Antônio Nóbrega, MPB 4, Zé Renato, Jair Oliveira, Luciana Mello, Dominguinhos, Paulo Moura, Isaias e seus chorões, Fabiana Cozza, Elton Medeiros, Cristina Buarque, Ataulfo Alves Jr.,  Orquestra Jazz Sinfônica, Gal Costa, Mestre Marçal, Dona Ivone Lara, Eliete Negreiros, Raul de Barros, Ademilde Fonseca, Carmen Queiroz, Zé Luis Mazzioti, Carlinhos Vergueiro, Silvio Caldas,  Zé Ketti, Altamiro Carrilho, Joel Nascimento, Déo Ryan, Toninho Carrasqueira, Toninho Ferragutti, Proveta,  entre outros.

Integrou os grupos instrumentais Papo de Anjo e Isaías e seus Chorões.

Foi  diretor musical do artistas Antônio Nóbrega.

Participou das trilhas sonoras dos filmes “Dois Córregos” (1999), de Carlos Reichenbach; “Cidade de Deus” (2002); “Não por acaso” (2007), de Philippe Barcinski; “Cidade dos Homens”, de Elena Soárez e Paulo Morelli; “Todo Poderoso: O Filme – 100 Anos do Timão (2010); e da minissérie “Filhos do carnaval”, exibida pelo canal HBO.*

Este mês, Edmilson Capelupi é o nosso entrevistado para a série ‘O violão de sete cordas no choro’. Mês que vem tem Luizinho Sete Cordas e ainda Rogério Caetano. Acompanhe! Leia também as entrevistas da série com Lia Meyer, do grupo Choro das Três, e com o violonista Ricardo Vieira

Leia a entrevista na Revista do Choro. 

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Chorinho no Empório Mata Atlântica

Sábado agora, 17 de dezembro, o CHORO marcará presença no Empório Mata Atlântica. Quem for ao empório, poderá apreciar o melhor do gênero com uma seleção choros clássicos e modernos. No repertório: Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Pixinguinha, Jacob do Bandomim, Aníbal Augusto Sardinha (Garoto), Abel Ferreira, Altamiro Carrilho, e compositores modernos, como Hermeto Pascoal, Hamilton de Holanda, Daniel Migliavacca, Henrique Garcia, Avendano Júnior (através do Sovaco de Cobra Trio), entre outros. Em destaque, o Chorinho no Empório apresentará o novo CD do trompetista Silvério Pontes, ‘Reencontros’. Leia sobre o disco na Revista do Choro: http://revistadochoro.com/…/silverio-pontes-lanca-cd-autor…/

Estamos no horto atrás da Tocolândia, em Costazul.
Estamos no horto atrás da Tocolândia, em Costazul.
O novo CD de Silvério Pontes, Reencontro' estará em destaque na 'playlist' do dia.
O novo CD de Silvério Pontes, Reencontro’ estará em destaque na ‘playlist’ do dia.

 

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No CD, Silvério Pontes traz parcerias com Leandro Saramago, Fabiano Sagalote, Bebê Kramer e Marcelo Caldi.

 

Programe-se!
– O quê: Chorinho no Empório Mata Atlântica
– Quando: Sábado, 17 de dezembro de 2016
– Horário: 10h30 às 14h00
– Onde: Empório Mata Atlântica (Costa Azul, Rio das Ostras)
– Entrada: franca e censura livre
– Infra: Estacionamento e área coberta
– OBS: Cancelamento somente em caso de excesso de chuva.

O Chorinho no Empório Mata Atlântica é produzido pela editora da Revista do Choro (E-ditora), Leonor Pelliccione Bianchi.
www.revistadochoro.com
www.portaldaeditora.com.br

A Revista do Choro de junho está no ar

A Revista do Choro de junho está no ar. A capa de junho é com o pianista capixaba Hercules Gomes. Instrumentista premiado, ele é grande admirador da obra de chorões, como Ernesto Nazareth e Chiquinha Gonzaga, ao mesmo tempo em que reconhece a necessidade de criar sempre novas estéticas sonoras não só para o choro, como para a música instrumental de maneira mais ampla. Sem atuar fundado em uma linha conceitual clássica ou popular, mas sim numa espécie de aprendizado pós observação da (con)vivência entre essas duas esferas (do piano no Brasil), ele vem ganhando cena com sua sensibilidade artística para compor, interpretar e por sua verve didática, demonstrada em inúmeras palestras, aulas… oficinas…

Em ‘Lançamentos’, trazemos uma matéria com a ilustre pianista Maria Teresa Madeira e seu último disco, considerado uma ousadia nos dias atuais para o mercado fonográfico: a caixa com a obra completa de Ernesto Nazareth, que ela acaba de lançar, e o que muda na história da discografia brasileira com o feito inédito e ousado.

Também, o primeiro CD do cavaquinista Henrique Garcia, ‘Choros e Prelúdios para cavaquinho solo’, é destaque nesta edição. Aluno da primeira turma do curso de bacharelado em Cavaquinho e Bandolim da Escola de Música da UFRJ, o compositor e instrumentista integra a banda do sambista Diogo Nogueira, para quem também já produziu diversos espetáculos musicais.

A campanha de financiamento coletivo do documentário ‘Londrina sorri para o choro’, sobre o Clube do Choro de Londrina, pede sua construção. Leia na seção ‘Choro e Cinema’.

Na seção ‘Mulheres do Choro’, o talento da flautista paraense Luany Ferreira, fundadora do grupo Engole o Choro.

O projeto de educação musical Papo de Anjo, que tem o choro e o samba como enfoque nas aulas de educação musical de crianças da rede púbica de ensino de Londrina, também é destaque na edição de junho da Revista do Choro.

Na estante da ‘Biblioteca do Choro’, uma entrevista com a autora do livro Os oito batutas: história e música brasileira nos anos 1920, lançado recentemente pela Editora UFRJ, a pesquisadora Luiza Mara Braga Martins.

Boa leitura!

Leonor Bianchi
Editora
Revista do Choro
www.revistadochoro.com
Foto da capa: Paulo Rapoport

Adquira a versão impressa da Revista do Choro pelo link: http://revistadochoro.com/adquira-a-versao-impressa-da-revista-do-choro/

O pianista Hercules Gomes é capa da edição de junho da Revista do Choro

A produção jornalística da Revista do Choro segue a todo vapor. Hoje tivemos retorno da entrevista com o pianista Hercules Gomes, capa da edição de junho. O conteúdo estará online a partir da próxima quarta-feira, dia primeiro, no site http://www.revistadochro.com e também  na versão impressa da revista. Leia agora um trechinho do início da entrevista que o pianista concedeu à editora da Revista do Choro, Leonor Pelliccione Bianchi.

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Revista do Choro: Hercules, você nasceu em Vitória (ES), e foi lá, aos 13 anos que iniciou seus estudos musicais. Conte-nos um pouco sobre sua infância em Vitória, sua rotina de menino, tinha irmãos, e seus pais, quem eram, quem são? Seu pai também foi um músico autodidata e tocava violão nas horas vagas do trabalho numa oficina de carros, certo? Foi através dele que você se sensibilizou pela música?

Hercules Gomes: Nasci em Vitória, porém, cresci em Cariacica (Grande Vitória). Sou filho único. A minha infância era tranquila. Apesar de vir de uma família muito humilde nunca me faltou nada.  A presença da música em casa foi por causa do meu pai. Minha mãe é costureira e ele pintor de carros, que nas horas vagas tocava baixo e violão. Ele gostava muito da Jovem Guarda, então, o que eu o ouvia tocar em casa era essa música. Porém, meu primeiro contato com um instrumento no sentido do estudo do mesmo só aconteceu aos 13 anos quando meu pai começou a me ensinar violão. Pouco depois comecei a tocar teclado como autodidata. Em escola de música mesmo só entrei depois de alguns anos aprendendo sozinho.

Produção jornalística: ImprensaBR

Acesse a Revista do Choro

http://www.revistadochoro.com

Os 40 anos do Galo Preto na Revista do Choro: Mais uma produção de conteúdo da ImprensaBR

Leia na Revista do Choro a matéria de capa de dezembro sobre os 40 anos do conjunto Galo Preto, produzida pela ImprensaBR Assessoria de Comunicação.

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Insira uma legenda

Abel Ferreira e Galo Preto, em 1978, durante a gravação do primeiro do grupo, nos estúdios da RCA

Encerrando 2015, ano em que o conjunto Galo Preto completou quatro décadas em atividade, publicamos uma matéria especial com os ‘Meninos do Galo’ sobre esses 40 anos. Fotos inéditas do grupo com Cartola, Hermeto Pascoal e muitos músicos que participaram da trajetória do conjunto, além de farto material de imprensa (clipping) do início da carreira do Galo Preto.

Entrevista: Leonor Bianchi e Rúben Pereira. Decupagem e Redação: Leonor Bianchi.

 

Leia.

Editora da Revista do Choro lançam livro O choro em pauta

Este livro reúne sete matérias de capa produzidas com exclusividade para a Revista do Choro em seu primeiro ano de existência [2014/ 2015]. A editora da revista e responsável pelos textos a seguir, Leonor Bianchi, conseguiu reunir uma turma de peso em torno do choro, e o livro é uma amostra do resultado do começo desta grande roda que vem se formando em torno da Revista do Choro desde sua fundação, em julho de 2014.

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No livro você encontrará:

Os 50 anos do Conjunto Época de Ouro [comemorados em 2014].

A relação do choro com o cinema, pautada na matéria ‘O choro nas telas’, sobre o novo olhar da atual produção cinematográfica brasileira acerca do choro, que nos últimos anos vem sendo o protagonista de seus roteiros.

Uma entrevista abrangente com Hamilton de Holanda, um dos maiores bandolinistas do mundo, onde ele fala com exclusividade à Revista do Choro sobre sua relação com a música, seu dia-dia como músico, o estudo do instrumento e as apresentações nos palcos do mundo todo e Pelo Brasil.

Matéria sobre os 45 anos sem Jacob do Bandolim, completados em 2014. [Destaque para a pesquisa feita para a matéria no acervo da Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional. São apresentadas imagens que, depois de serem publicadas nos jornais da época, nunca mais vieram a público

O choro em Sergipe, matéria feita com os integrantes do Movimento do Choro Sergipano e a nova geração de instrumentistas que revelam a cena do gênero e seu vigor no estado.

Uma matéria especial feita em homenagem ao centenário de nascimento do clarinetista chorão Abel Ferreira, celebrado em 2015, com depoimentos de seus filhos, o Maestro Leonardo Bruno e Vania Ferreira.

A vida e obra de Benedicto Lacerda, ‘pai dos regionais de choro’, também é narrada no livro pelo editor da Revista do choro e pesquisador da biografia de Benedicto, há mais de 20 anos, Rúben Pereira. Na matéria, uma entrevista com o biógrafo de Benedicto Lacerda, Sidney Castello Branco, que ano passado lançou uma nova biografia sobre o compositor, revelando aspectos ainda por revelados pelos historiadores da música brasileira.

Além de conter depoimentos de ilustres instrumentistas e chorões em todas essas matérias.

Para adquirir o livro, acesse a Loja da #e-ditora]. Clique aqui.

Lançada a pré-venda do livro Pensadores do Choro

Já está à venda o livro Pensadores do Choro, resultado do primeiro edital ‘Pensadores do Choro’, promovido pela Revista do Choro e #e-ditora], no final de 2014. 

Com a finalidade de estimular a produção intelectual literária brasileira voltada para o tema choro, a difusão de trabalhos inéditos sobre o gênero musical, assim como a de seus autores, o edital foi dividido nas categorias ‘Instrumentos no Choro’ e ‘Crônicas e Memórias’.

O edital contemplou os textos de Sergio Aires e Vanessa Trópico. 

Vanessa Trópico e Sergio Ayres foram os contemplados do primeiro edital Pensadores do Choro, promovidso pela #e-ditora] e Revista do Choro
Vanessa Trópico e Sergio Aires foram os contemplados no primeiro edital Pensadores do Choro promovidso pela #e-ditora] e Revista do Choro

‘O Choro Marajoara de Adamor do Bandolim e um breve relato da História do Choro no Pará

Com o título ‘O Choro Marajoara de Adamor do Bandolim e um breve relato da História do Choro no Pará, a pesquisadora Vanessa Trópico foi classificada na categoria ‘Instrumentos no Choro’. Em seu texto, ela faz uma ode à atuação e à obra do chorão paraense Adamor do Bandolim.

Nascido na cidade de Anajás – PA, Adamor é músico autodidata. Iniciou sua trajetória em 1958, participando de um programa de calouros, na Rádio Difusora de Macapá. Em suas visitas a Belém, conheceu vários chorões da época, Delival Nobre, Edir Proença, Vaíco, Tota, Catiá entre outros. Em 1979 ingressou no Grupo Gente de Choro.

Participou depois de grupos como Novo Som, Sol Nascente, Manga Verde, Oficina e no folclórico grupo do Urubu do Ver-o-Peso. Em 1992, lançou seu primeiro disco em vinil, Chora Marajó. Em 1999, fez parte do do CD Choro Paraense. Participou ainda de vários projetos culturais como: Música na Praça, Preamar e Seresta do Carmo. Em 2004 gravou o CD Adamor Ribeiro – Projeto Uirapuru Vol. VII. Participou do Festival de Choro de Curitiba concorrendo com 91 músicas, ficando com o 17º lugar com a música Choro Brabo. Teve ainda seu nome incluído no livro Trilhas da Música, editado pela Universidade Federal do Pará. Foi tema de TCC das universidade Federal do Pará e Universidade da Amazônia. No ano de 2004, participou do projeto ‘Uma Quarta de Música’, no Teatro do Centur e teve suas músicas editadas em partituras pelo Instituto de Artes do Pará – IAP. Em 2006 apresentou-se em Brasília no XVI Sarau de Deputados ao lado do cantor e compositor Nilson Chaves, da cantora Andréa Pinheiro e do pianista Paulo José Campos de Melo. Em 2007, Adamor lançou o CD Choro Amazônico, patrocinado pela Petrobrás. Participou do Projeto de Música Instrumental do Interior, com patrocino da TIM. Recebeu o Prêmio Destaque da Música 2008 entregue no 22º Baile dos Artistas em Belém às vésperas de lançar o CD “Lágrimas da minha Ilha”, dedicado àquele que muito se esforçou pela região e construção do museu do Marajó em Cachoeira do Arai, o Padre Giovanni Gallo. O museu possui o maior acervo da cultura marajoara do mundo! O Chorão será enredo da Escola de Samba de Mosqueiro, ‘Universidade do Samba Piratas da Ilha’ com o enredo “Adamor do Bandolim: 40 anos de Glória e Tradição”.

Formada em Ciências Sociais com ênfase em Sociologia pela Universidade Federal do Pará – UFPA, Vanessa Trópico atua como pesquisadora externa no GEMAM – Grupo de Estudos Amazônicos da Universidade Estadual do Pará; é concluinte do Curso de Música com habilitação no instrumento de cavaquinho, ministrado pelo Instituto Estadual Conservatório Maestro Carlos Gomes; cursa também “Teoria Musical: leitura, escrita e percepção”, o qual é ministrado pela Instituição EMUFPA – Escola de Música da Universidade Federal do Pará”; e é membro efetivo da Orquestra de Choro Projeto “Choro do Pará” e do Grupo Musical “Choro Caboclo”, como cavaquinista.

Tudo Culpa do Choro

Este é o título do texto do paraibano Sergio Aires (27), contemplado pelo edital na categoria ‘Crônicas e Memórias’. Em seu texto, ele narra “como uma roda de choro tocada em Maputo, capital de Moçambique, fez com que largasse um emprego bem remunerado para estudar música. O texto trata do poder da música de transformar vidas e da importância do choro na necessária missão de contar nossa própria história.

Nascido em João Pessoa, é tem formação em Comunicação Social. Em 2009, fez uma viagem que mudou sua vida: passou um ano morando em Moçambique. Foi lá que conheceu o choro e decidiu estudar música. Hoje, cursa bacharelado em flauta transversal.

Para adquirir seu exemplar, clique na imagem.

capa pensadores do choro reynaldo berto

Reynaldo Berto é o grande vencedor do edital para criação da capa do livro Pensadores do Choro, produzido pela Revista do Choro e #e-ditora]

Saiu o resultado do edital para criação da capa do livro Pensadores do Choro, promovido pela Revista do Choro e #e-ditora].

O grande contemplado foi o artista gráfico Reynaldo Berto.

O livro está entrando hoje em pré-venda e poderá ser adquirido aqui mesmo pelo site da Revista do Choro.

arte de reynaldo berto para a capa do livro pensadores do choro
A ilustração do artista gráfico Reynaldo Berto foi a grande vencedora do edital para criação do livro Pensadores do Choro, produzido pela Revista do Choro e #e-ditora]

O edital tem por finalidade estimular a produção intelectual literária brasileira voltada para o tema choro, a difusão de trabalhos inéditos sobre o gênero musical, assim como a de seus autores e foi dividido nas categorias ‘Instrumentos no Choro’ e ‘Crônicas e Memórias’.

A paulistana radicada em Belém, Vanessa Trópico (34), e o flautista Sergio Ayres, de João Pessoa, foram os grandes vencedores do Edital.

Revista do choro e #e-ditora] divulgam resultado do primeiro edital Pensadores do Choro

A paulistana radicada em Belém, Vanessa Trópico (34), e o flautista Sergio Aires, de João Pessoa, foram os grandes vencedores do Edital de Fomento à Produção Literária ‘Pensadores do Choro’, promovido no final de 2014 pela #e-ditora] e a Revista do Choro.

Com a finalidade de estimular a produção intelectual literária brasileira voltada para o tema choro, a difusão de trabalhos inéditos sobre o gênero musical, assim como a de seus autores, o edital foi dividido nas categorias ‘Instrumentos’ e ‘Crônicas e Memórias’.

Vanessa Trópico foi a grande contemplada na categoria 'Instrumentos no Choro' do primeiro Edital Pensadores do Choro, promovido pela #e-ditora] e a Revista do Choro no final de 2014.
Vanessa Trópico foi a grande contemplada na categoria ‘Instrumentos no Choro’ do primeiro Edital Pensadores do Choro, promovido pela #e-ditora] e a Revista do Choro.

‘O Choro Marajoara de Adamor do Bandolim e um breve relato da História do Choro no Pará

Com o título ‘O Choro Marajoara de Adamor do Bandolim e um breve relato da História do Choro no Pará’, a pesquisadora Vanessa Trópico foi classificada na categoria ‘Instrumentos no Choro’. Em seu texto, ela faz uma ode à atuação e à obra do chorão paraense Adamor do Bandolim.

Nascido na cidade de Anajás – PA, Adamor é músico autodidata. Iniciou sua trajetória em 1958, participando de um programa de calouros, na Rádio Difusora de Macapá. Em suas visitas a Belém, conheceu vários chorões da época, Delival Nobre, Edir Proença, Vaíco, Tota, Catiá entre outros. Em 1979 ingressou no Grupo Gente de Choro.

Participou depois de grupos como Novo Som, Sol Nascente, Manga Verde, Oficina e no folclórico grupo do Urubu do Ver-o-Peso. Em 1992, lançou seu primeiro disco em vinil, Chora Marajó. Em 1999, fez parte do do CD Choro Paraense. Participou ainda de vários projetos culturais como: Música na Praça, Preamar e Seresta do Carmo. Em 2004 gravou o CD Adamor Ribeiro – Projeto Uirapuru Vol. VII. Participou do Festival de Choro de Curitiba concorrendo com 91 músicas, ficando com o 17º lugar com a música Choro Brabo. Teve ainda seu nome incluído no livro Trilhas da Música, editado pela Universidade Federal do Pará. Foi tema de TCC das universidade Federal do Pará e Universidade da Amazônia. No ano de 2004, participou do projeto ‘Uma Quarta de Música’, no Teatro do Centur e teve suas músicas editadas em partituras pelo Instituto de Artes do Pará – IAP. Em 2006 apresentou-se em Brasília no XVI Sarau de Deputados ao lado do cantor e compositor Nilson Chaves, da cantora Andréa Pinheiro e do pianista Paulo José Campos de Melo. Em 2007, Adamor lançou o CD Choro Amazônico, patrocinado pela Petrobrás. Participou do Projeto de Música Instrumental do Interior, com patrocino da TIM. Recebeu o Prêmio Destaque da Música 2008 entregue no 22º Baile dos Artistas em Belém às vésperas de lançar o CD “Lágrimas da minha Ilha”, dedicado àquele que muito se esforçou pela região e construção do museu do Marajó em Cachoeira do Arai, o Padre Giovanni Gallo. O museu possui o maior acervo da cultura marajoara do mundo! O Chorão será enredo da Escola de Samba de Mosqueiro, ‘Universidade do Samba Piratas da Ilha’ com o enredo “Adamor do Bandolim: 40 anos de Glória e Tradição”.

Formada em Ciências Sociais com ênfase em Sociologia pela Universidade Federal do Pará – UFPA, Vanessa Trópico atua como pesquisadora externa no GEMAM – Grupo de Estudos Amazônicos da Universidade Estadual do Pará; é concluinte do Curso de Música com habilitação no instrumento de cavaquinho, ministrado pelo Instituto Estadual Conservatório Maestro Carlos Gomes; cursa também “Teoria Musical: leitura, escrita e percepção”, o qual é ministrado pela Instituição EMUFPA – Escola de Música da Universidade Federal do Pará”; e é membro efetivo da Orquestra de Choro Projeto “Choro do Pará” e do Grupo Musical “Choro Caboclo”, como cavaquinista.

Sobre o edital, Vanessa disse:

“Acredito muito no trabalho dos mestres do Choro aqui do Pará, na qualidade dos músicos. Então, na busca por informações, encontrei, no Facebook, a página da Revista do Choro e comecei a ler… Foi quando encontrei a postagem do Edital Pensadores do Choro. Achei fantástica a iniciativa e, como trabalho com pesquisa em choro, fiz um texto exclusivo para o edital. Nele, falei um pouco da história de Adamor do Bandolim, sobre o seu Choro, que é totalmente comprometido com as questões sociais e de preservação da ilha do Marajó. A música deste compositor é impregnada da vivência marajoara, é uma obra singular. Busco apresentar o Arquipélago do Marajó, o cenário onde tudo aconteceu e que tanto influência sua obra. Trago para discussão a teoria da Etnomusicologia e o processo de enculturação e de símbolos, para respaldar que sim! Sai um Marajó dele para suas composições! Abordo, ainda, o envolvimento de Adamor com os músicos da cidade, apresento depoimentos deles sobre sua obra; falo do projeto Choro do Pará e de toda luta para a perpetuação do gênero e dos belos frutos desse projeto que se transforma em uma belíssima Orquestra de Choro. O cenário musical atual também é abordado, a música como produto de consumo e onde fica o Choro nisso tudo….

Quando comecei a pesquisar o Choro, percebi que nenhum livro chegava até aqui, aliás, um livro chega a dizer “Choro no Norte”, mas trata do choro no Nordeste… Então, percebi, junto com o GEMAM, Grupo de Estudos Amazônicos do qual faço parte e que está sob a coordenação do Músico e pesquisador Dr. Paulo Murilo Guerreiro do Amaral, docente Adjunto do Curso de Licenciatura e Bacharelado em Música da Universidade Estadual do Pará, que a história desses chorões precisava ser registrada.

A grande intenção do Gemam é cartografar essas manifestações musicais aqui da região, e os chorões fizeram e fazem um trabalho muito forte, tem uma resistência. Há uma gama de chorões de alta qualidade, mas com pouca visibilidade. O mestre Adamor do Bandolim é um grande exemplo. Ainda nada foi escrito sobre esse compositor, as teses e as dissertações não chegam até aqui.

Adamor do Bandolim, lendário chorão paraense, protagoniza o texto vencedor do Edital Penadores do Choro, na categoria 'Instrumentos no Choro.
Adamor do Bandolim, lendário chorão paraense, protagoniza o texto vencedor do Edital Penadores do Choro, na categoria ‘Instrumentos no Choro.

Desejo que as pesquisas sobre o choro no Pará e no Brasil se multipliquem no sentido de chegarem e aqui no Norte. Que este trabalho sirva para ajudar ao mestre do bandolim em suas composições e produções musicais. Ele está prestes a lançar seu CD ‘Lágrimas da Minha Ilha’. Desejo que o Grupo Choro Caboclo continue a dedicação exclusiva às obras desse mestre. Por fim, agradeço muito à #e-ditora] pela iniciativa maravilhosa e pelo espaço que está dando para poderemos mostrar para todo o Brasil um pouco da história do Choro no Pará e da obra do Mestre Adamor do Bandolim”, disse a pesquisadora Vanessa Trópico.

Tudo Culpa do Choro

Este é o título do texto do paraibano Sergio Aires (27), contemplado pelo edital na categoria ‘Crônicas e Memórias’.
Em seu texto, ele narra “como uma roda de choro tocada em Maputo, capital de Moçambique, fez com que largasse um emprego bem remunerado para estudar música. O texto trata do poder da música de transformar vidas e da importância do choro na necessária missão de contar nossa própria história.

Sergio Ayres foio a grande vencedor da categoria 'crônicas e Memórias' do primeiro Edital Pensadores do Choro, promovido pela #e-ditora] e a Revista do Choro no final de 2014.
Sergio Aires foio a grande vencedor da categoria ‘crônicas e Memórias’ do primeiro Edital Pensadores do Choro, promovido pela #e-ditora] e a Revista do Choro.

Nascido em João Pessoa, é tem formação em Comunicação Social. Em 2009, fez uma viagem que mudou sua vida: passou um ano morando em Moçambique. Foi lá que conheceu o choro e decidiu estudar música. Hoje, cursa bacharelado em flauta transversal.

Livro será lançado neste semestre

O lançamento do livro originário do primeiro edital Pensadores do Choro está previsto para o primeiro semestre deste ano. Os editores da Revista do Choro estão em diálogo com os contemplados pelo edital, estudando o lançamento em suas cidades. O livro terá exemplares doados à Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.

Crédito da Foto Sergio Aires: Lairton Lunguinho
Crédito da Foto Vanessa Trópico e Adamor do Bandolim: Sergio Malcher

Já está online a edição N. 5 da Revista do Choro

Você já ouviu falar que Aracajú (SE) é terra de xaxado, baião… de forró! Mas… e de CHORO? A edição N. 5 da Revista do Choro [janeiro 2015] traz em sua matéria de capa o Movimento do Choro Sergipano, arranjo criado por vários músicos da cidade em torno da revitalização do gênero e valorização da música instrumental brasileira, que tem na figura do radialista Sérgio Thadeu seu maior incentivador.

Ainda nesta edição, na seção ‘Pais do Choro’, um recorte biográfico sobre o chorão gaúcho Octávio Dutra, após de seus 130 anos de nascimento completados em dezembro de 2014. Os 90 anos (in memorian) do flautista Altamiro Carrilho, também marcados em dezembro último estão na seção ‘Hemeroteca Digital do Choro’. O clarinetista sergipano Luís Americano desfila como figura central no artigo da seção ‘Memória do Choro’. 

Além disso, em ‘Grupos de Choro’, matérias especiais com o grupo Laryssa Costa e Choro de Breque, Orquestra Campineira de Choro e Clube do Choro de Wellington (Nova Zelândia).

A revista traz ainda um artigo sobre Dona Mazé do Bandolim na seção ‘Mulheres do Choro’, o grupo Choro das Três e o compositor Adauto Alves na seção ‘Lançamentos’.

Estreando como colunistas da Revista do Choro nesta edição, dois grandes pesquisadores da música brasileira e do choro: Sergio Prata, cavaquinista, pesquisador da obra de Jacob do Bandolim [Diretor de Pesquisa do Instituto Jacob do Bandolim] e Ricardo Vieira, violonista de sete cordas, chorão sergipano que termina este ano sua dissertação de mestrado.

Em seu artigo, Prata revela a verdadeira estreia de Jaco do Bandolim em uma gravação fonográfica enquanto compositor e músico.

Vieira nos dá um perfil amplo da presença do violão de sete cordas nos cursos de pós-graduação no Brasil.

Em resumo, a edição N. 5 da sua Revista do Choro é leitura indispensável a todos os estudiosos do choro e da música brasileira. Um amplo repertório de informações, novidades, curiosidades e serviços.

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